O jogo
Dez fases, 87 obras e um único desafio: reconhecer a doença que o pintor viu.
As regras
A tela se divide em duas colunas: à esquerda, recortes de obras; à direita, nomes de condições clínicas. Navegue pelas setas laterais até encontrar o MATCH correto.
No alto da tela ficam os três indicadores: pincéis (suas vidas), a barra de tempo e o botão de pausa. Errar custa um pincel; demorar custa a fase inteira.
Toque numa obra para vê-la por inteiro, com os créditos, e use o gesto de pinça para dar zoom. Mas não se perca na beleza da arte por muito tempo — o relógio continua correndo.
E quando você acerta
O tempo congela. Aparece a tela de Acertou! e, com ela, a opção Saber mais: um verbete completo sobre a obra, o artista, a condição clínica retratada e como ela é tratada hoje.
É aí que o jogo deixa de ser um jogo. São 87 verbetes escritos por farmacologistas e historiadores da arte — a razão pela qual o projeto existe.
As dez fases
Sete fases regulares, uma dedicada aos artistas adoecidos, uma sobre a progressão da doença — e uma que você só descobre jogando.
Primeiros traços
Quatro obras em que a doença está à vista de todos. Serve para você entender a mecânica antes dos desafios de verdade — e para fixar a diferença clínica entre doença e condição.
Olhar treinado
Você pegou o jeito. Agora o sinal clínico se esconde num detalhe: um nariz, um dente, um olho desalinhado. A lógica é a mesma; a atenção exigida, não.
Males bacterianos
Da peste negra à cólera. Doenças que marcaram a arte visual justamente por dar forma a um mal invisível — e que a penicilina, descoberta por acaso em 1929, tornou tratáveis.
A doença do artista
Aqui a doença não está retratada: está no pincel. Obras de artistas que pintavam sob efeito de enxaqueca, daltonismo, esquizofrenia ou demência — e cujos sintomas explicam escolhas de cor e forma.
Herança genética
Antes dos testes de DNA, o diagnóstico das doenças genéticas começava pela observação clínica. Os pintores, sem saber, produziram um dos primeiros atlas de malformações da história.
Condições comuns I
De volta às doenças que não são virais, bacterianas nem genéticas — as que aparecem no consultório todo dia e que a pintura registrou com uma franqueza que a fotografia médica levaria séculos para alcançar.
Condições comuns II
A última fase das condições clínicas comuns, e a mais difícil delas. Sinais sutis: um abdome distendido, um pescoço aumentado, uma mão em posição estranha.
Infecções e fungos
Segunda rodada das infecções bacterianas e fúngicas, agora mais exigente. Grandes obras que transformaram sofrimento coletivo em algo visível — e compartilhável.
Antes e depois
A fase mais fascinante do jogo. Duas telas do mesmo artista: uma antes da doença, outra em estágio avançado. Seu desafio é descobrir qual condição explica a transformação entre as duas.
Epidemias
Ela aparece de repente — como as epidemias. Gripe espanhola, varíola, poliomielite, HIV, ebola, COVID-19: como a arte respondeu a cada surto que atravessou uma comunidade inteira.
Conquistas
Seis medalhas para quem quiser levar o diagnóstico a sério.
🥉 Bronze
Terminar uma fase normal sem nenhum erro.
🥈 Prata
Terminar três fases normais sem erros.
🥇 Ouro
Terminar as sete fases normais (2 a 8) sem um único erro.
🏆 Taça
Concluir as duas fases especiais sem errar.
🖼️ Melancolia
Completar a coleção temática “Melancolia”, espalhada por várias fases.
🎓 Jogo completo
Chegar ao fim das dez fases.
Acervo completo
Todas as 87 obras do jogo. Clique em qualquer uma para ler o verbete.
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